terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O gato e a noite
A noite cai na cidade, seja ela
quente ou fria, personagens boêmios despontam nos bares e nas esquinas,
criaturas se movimentam nas sombras e em cima dos muros está o rei da noite. Com
seus saltos de agilidade invejada, seu olhar penetrante, o gato, dono da
escuridão, pois para ele não faz diferença, solitário na sua ronda e na sua
caça, à espera de uma presa desavisada distraída com a beleza da noite, que
para o gato é apenas mais uma companhia. O silencio da noite vem das suas patas
que sem alardes o fazem se mover sorrateiro. Fascinante é o gato! No alto de
sua independência que para muitos lhe parece traição, pois o invejam, à noite
acompanhado da lua e protegido pelas estrelas, segue seu caminho à procura de
mais outra vitima, sem se lembrar de que você precisa tanto dele, ele te ama,
mas compreenda, ele é o gato e a noite está tão linda!
Um por todos os gatos...
Texto: GMO
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Otite: falta de tratamento pode deixar sequelas nos ouvidos de cães e gatos
Conheça as principais formas de prevenir este problema que acomete os nossos pets
Vermelhidão da orelha, coceira persistente, odor desagradável, secreções amareladas ou marrons. Esses são alguns sinais de que os cães e gatos podem estar com algum problema nos ouvidos.
“Muitas vezes vemos o animal com a cabeça pendente para um dos lados ou apresentando dor e desconforto no simples toque de mãos na orelha, o que também indica alguma alteração”, explica Dr. Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo.
Um dos problemas mais comuns que acometem a região é a otite, uma inflamação ou infecção do canal da orelha. Essa doença pode se desenvolver devido a diversos fatores que levam à proliferação do cerume, fungos e bactérias, causando diferentes tipos de otites.
Entre as causas mais comuns, Dr. Marcelo Quinzani cita as seguintes:
- Parasitas: carrapatos, sarna de orelha;
- Presença de corpos estranhos: grama, medicação ressecada, cerume, pelos mortos, água;
- Alergias: dermatite atópica, alergia alimentar;
- Ambientais: calor e umidade;
- Anatômicas: estenose de conduto ou orelhas abafadas;
- Doenças que alteram a renovação de pele: desordens de queratinização.
Crédito:
A otite é um problema sério e, se não for tratado corretamente, pode causar alterações irreversíveis no canal auditivo, como, por exemplo, estreitamento, a perfuração do tímpano e encefalite decorrente da presença de bactérias. “Se o canal auditivo fica muito estreito e não for possível fazer o tratamento correto, recomenda-se até uma cirurgia para retirada do mesmo”, afirma. “Nem sempre uma melhora geral, como a diminuição da secreção, odor e o animal não aparentar mais desconforto são sinais de que o problema está resolvido. Muitos donos suspendem a terapia precocemente, o que diminui as chances de cura”, alerta Quinzani.
Tratamento - para tratar uma otite é preciso primeiro identificar a causa primária por meio de uma anamnese, um exame clínico com otoscopia, exame citológico no microscópio e, se necessário, proceder a uma cultura e antibiograma. O tratamento pode ser feito por meio da utilização somente de soluções tópicas dentro do canal ou associação de solução tópica mais um antiinflamatório e antibiótico oral. O veterinário é quem irá indicar os produtos mais adequados para cada caso.
Como prevenir – para evitar que entre água no canal auditivo, é importante sempre colocar algodão nas orelhas dos pets durante o banho e secar as orelhas dos cães que entram em lagos ou piscinas. “Também é importante manter as orelhas ventiladas e tosadas, principalmente dos cães com orelhas pendentes, como é o caso das raças cocker spaniel, basset hound e setter irlandês, por exemplo”, comenta.
O mais importante é realizar visitas periódicas ao médico veterinário, nas quais é realizado um exame clínico adequado, que pode identificar o conduto auditivo e a possível presença de alterações na sua anatomia ou mesmo presença de cerume e parasitas.
Higienização correta - a limpeza das orelhas deve ser feita de acordo com a prescrição do veterinário, mas geralmente um ouvido em condições normais requer limpeza a cada dois e três meses, de acordo com a quantidade de cerume acumulado. “É importante que a higienização seja feita por um profissional que possui técnicas e equipamentos adequados”, alerta.
É possível fazer a limpeza doméstica, mas apenas com algodão seco e na parte externa da orelha. “Nunca se deve usar hastes flexíveis ou pinças com algodão e muito menos pingar produtos ou medicamentos sem orientação do médico veterinário”, orienta Quinzani.
Fonte: petmag
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Uma Linda Mensagem
Esta é uma das mais lindas mensagens que eu ja vi sobre um cachorro
e uma das maiores verdades
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