http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/imagens-mostram-animais-sendo-agredidos-em-pet-shop-no-rio.html
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Vai levar seu filho para tomar banho?
Hoje na reportagem do RJTV mostrou estas cenas
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/imagens-mostram-animais-sendo-agredidos-em-pet-shop-no-rio.html
Indinação
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/imagens-mostram-animais-sendo-agredidos-em-pet-shop-no-rio.html
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Benefícios dos Cães em nossas vidas
É sonho de toda criança ter um animal de estimação e muitas delas optam por pedir aos seus pais um cãozinho. Entre as inúmeras vantagens de tê-los, destaco aqui três pontos que, na minha opinião, são importantes e interessantes.
O primeiro ponto, de acordo com alguns estudos médicos, é que crianças que crescem em contato com cães e outros animais de estimação possuem grandes chances de desenvolverem imunidade a diversos tipos de alergia. O benefício do contato com os cães já começa desde o nascimento do bebê, passando pela infância, adolescência, até chegar à fase adulta.
O segundo ponto que considero importante é que ter um animal de estimação porta àquele que o possui o desenvolvimento do senso de responsabilidade e respeito para com outro ser vivo. Não é raro, e hoje em dia vemos isso com uma certa freqüência, pessoas que maltratam animais causando-lhes traumas tão profundos que podem ser irreversíveis.
Ter um cãozinho é antes de tudo assumir um compromisso com a vida de outro ser vivo. Tem que saber tratá-lo para que possa se desenvolver saudável físico, emocional e psicologicamente.
O terceiro ponto que acho crucial na relação homem x animal é a referência da morte, ou seja, da perda de um ente querido. Hoje, o cão passou a ser um membro da família com quase todos os direitos de qualquer outro indivíduo da casa. Sou um grande crítico nessa relação estreita e profunda, que abafa o “ser animal” e exacerba o antropomorfismo. Isso causa um mal profundo na psique dos animais. Mas isso é assunto para outra hora. O que desejo salientar aqui é o fato de que a criança, em muitos casos, tem a sua primeira experiência de morte com a perda de seu animal de estimação. Após anos de convivência, a pouca idade que os animais possuem trás à realidade a perecibilidade da vida a que todos nós estamos sujeitos.
Sendo assim, a convivência com os cães e outros animais de estimação trás inúmeros benefícios. Bem aventurados aqueles que gostam dos cães e com eles desenvolvem uma relação sadia de amizade e reciprocidade.
Por Flávio Nunes.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Descubra que tipo de "dono" que você é
Por Beatriz Duarte.
Neste artigo, gostaria de abordar sobre os tipos de donos que tenho contato. Muitos acham que o principal problema está nos cães, mas na verdade e infelizmente os donos são os principais responsáveis por vários problemas comportamentais que os nossos peludos desenvolvem.
Vamos conhecer as principais características:
Dono que acha que o cão vem treinado de “fábrica”.
Esse tipo de dono acha que os cães vêm programados assim que saem do canil. Querem que o bichinho aprenda a fazer tudo sozinho, por exemplo, fazer as necessidades no lugar certo em uma semana (vou usar uma semana como exemplo, porque tem gente que quer em um fim de semana), fazer os comandos de obediência em uma semana.
Se tem algum problema comportamental, tem que ser resolvido em uma semana e acham que treinador faz milagre, que basta apertar um botãozinho no cachorro como liga e desliga. (hehehe)
Sinto dizer a você, mas não existe esse tipo de cão. Eu sei que alguns têm mais facilidade no aprendizado, mas a maioria deles precisa de alguém para ensinar o que é certo e o que é errado.
Dono que acha que seu cão é o seu filho mimado.
Esse tipo de dono não consegue dizer não para o peludo com receio de magoá-lo. Não consegue corrigí-lo quando faz algo errado e quando o peludo começa a mandar na casa. Por exemplo, não deixa ninguém entrar no quarto do seu dono, pois alguém vai levar uma dentada. E sempre dá uma desculpa quando o cão faz algo de errado.
Nesses casos, um profissional é chamado para tentar resolver, mas tudo que o adestrador tentar mudar na rotina do bichinho, como proibir a entrada no quarto, seu dono não vai permitir e vai continuar com um cachorro mordedor e que manda na casa. Não vai querer mudar nada na rotina do cão e vai alegar que não tem tempo.
Dono que quer um cão normal e educado, mas sabe que dá trabalho.
Esse dono vai pesquisar qual a melhor raça que vai se adequar ao seu estilo de vida. Sabe que um cão não entende o que nós falamos, tem paciência no aprendizado das necessidades fisiológicas do seu peludo, dedica tempo para o treinamento de obediência básica. Mesmo chegando cansado em casa, vai levar seu peludo para passear, pois ele sabe que o bichinho passou o dia dormindo ou destruindo objetos por falta do que fazer. Já pesquisou e sabe que um cão dá trabalho, mas tê-lo por perto é muito recompensador, principalmente pelo amor incondicional que eles nos dão.
O dono que conflita seu cachorro.
Esse dono quer que seu cão fique calmo, mas a primeira coisa que faz é agitar o peludo quando chega à casa. Faz ele pular, faz ele latir, mas se o dono estiver todo arrumadinho ou estiver recebendo uma visita não quer que o cachorro pule e fique agitado e só sabe reclamar. Não quer que o cachorro peça comida enquanto a família está comendo, mas não para de dar pedaços de carne por baixo da mesa, pois o bichinho faz cara de coitadinho. Quando chega uma visita para jantar e o peludo começa a latir e pular pedindo comida, o pobre coitado do cachorro é que é chamado de mal educado. Esse dono também acha que seu cachorro entende tudo que ele fala (pensando bem nos outros tipos de donos eles também acham que seu cão entende tudo que ele fala – risos!). Cães precisam de regras claras: ou pode pular ou não pode, ou pode subir no sofá ou não pode. Não tem meio termo (com exceção dos cães que aprendem truques).
O dono que quer cachorro por “status”.
É o típico dono que gosta de comprar cachorro pra dizer que tem. Não dá nenhuma atenção para o peludo, o cachorro é quase um quadro. Quem cuida do cachorro é o caseiro ou a empregada e o cachorro tem que ter sorte porque se os empregados não gostarem de bichos ele vai ter uma vida medíocre e muitas vezes de maus tratos.
Se esse dono não estiver satisfeito com esse cão provavelmente vai doá-lo ou abandoná-lo em qualquer lugar. Já vi vários casos de raças raras e caras abandonadas por seus donos que resolveram se mudar ou estão se separando e nenhum dos dois quer o cachorro.
Conclusão
No final de todas as avaliações, o único dono que realmente deveria ter um cão é o nº 3, já que esse entende as necessidades do seu peludo. Vai escolher a raça mais adequada para o seu estilo de vida, vai passear, vai treinar, vai ter paciência quando o filhote destruir os objetos ou quando tiver dificuldades no aprendizado das necessidades fisiológicas, vai saber que manter um cão custa caro.
Então, que tipo de dono você quer ser para o seu peludo?
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Gatos Ronronar
O gato possui muitas manias, entre
elas o ronronar, uma das causas de maior curiosidade entre os donos dos
bichanos. Muitos não sabem ao certo o significado desse ato e se isso pode ser
o sinal de algum problema de saúde.
A veterinária Bianca Ricci Borba,
responsável pelo serviço de medicina felina do Hospital Veterinário Batel,
explica que a ação está diretamente ligada à laringe dos felinos que é
estimulada pelo sistema nervoso central e, por isso, não há motivos para preocupação.
“O ruído acontece quando o animal respira. Mas muitas pessoas ainda acreditam
que o ruído pode ser a manifestação de algum tipo de doença como a asma ou
bronquite, o que não tem nenhuma relação com o ronronar”, diz.
De acordo com a veterinária, esta
também pode ser uma forma de expressar o que estão sentindo. “O felino pode
ronronar quando quer demonstrar suas mais variadas sensações: desde prazer e
satisfação, até fome ou dor”, comenta.
A emissão do som também serve para
estreitar as relações familiares dos bichinhos, que procuram acalmar e fazer
com que seus filhotes adormeçam. “É um processo normal do corpo dos felinos.
Assim como o miado, o ronronar é uma forma que eles usam para mostrar como
estão se sentido naquele momento ou chamar a atenção”, esclarece Bianca.
Com relação à intensidade e
frequência do comportamento, a médica afirma que isso vai depender da idade do
animal. “Cada gato possui uma forma peculiar de ronronar, podendo variar na sua
fase de vida: se é filhote ou adulto”, completa.
Fonte: Hospital Veterinário Batel
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sempre ao seu lado
Quando o sinal bate, às 7h45min, a criançada vai para a aula e o cachorro branco com pintinhas pretas e olhos cor de mel senta em frente ao grande portão azul, de costas para a rua e espera, atento e quase imóvel, durante toda a manhã.
Quando escuta a algazarra dos alunos no recreio, levanta a orelha e espicha a cabeça. Parece ter esperança de ver seu melhor amigo. Batizado com este nome em homenagem ao desenho animado Clifford, o Gigante Cão Vermelho, Clifford se vira para ver um passarinho ou checar o latido de outro cachorro ao longe.
Nem o sol gostoso do inverno e a grama macia da praça em frente ao colégio são capazes de tirá-lo do lugar. Clifford prefere ficar na sombra e no piso frio, mas perto do Gabriel. No meio da manhã, bate um sono. Ele boceja e dá uma espreguiçada. E volta a sentar em frente ao portão.
No início da manhã, cansado da caminhada de 20 minutos da casa da família, no Monte Cristo até a Escola Básica Edith Gama Ramos, Clifford se refresca com um pote de água, guardado especialmente para ele. Demarca o território em alguns postes da praça e volta para o seu posto.
No início da manhã, cansado da caminhada de 20 minutos da casa da família, no Monte Cristo até a Escola Básica Edith Gama Ramos, Clifford se refresca com um pote de água, guardado especialmente para ele. Demarca o território em alguns postes da praça e volta para o seu posto.
VOX
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Fugindo do Banho
Basta uma temperatura mais amena, uma semana meio chuvosa e a bicharada já tem motivo para escapar do banho. Pois uma novidade promete colocar fim à folga dos peludos: o banho a seco.
Tem coisa melhor que um cachorro cheiroso ou um gato com os pelos esvoaçantes? Não só pela beleza, mas também pela saúde, o banho é essencial para o bem-estar dos nossos pets.
O problema é que nem sempre é conveniente o banho tradicional com água e shampoo, seja porque o animal acabou de passar por algum processo cirúrgico ou por estarmos em épocas frias do ano.
O problema é que nem sempre é conveniente o banho tradicional com água e shampoo, seja porque o animal acabou de passar por algum processo cirúrgico ou por estarmos em épocas frias do ano.
Aí vêm a coceira, a caspa, e mau-cheiro.O mercado pet, atento às necessidades de seus exigentes clientes de quatro patas, promete a solução para cães e gatos limpos sem o uso de água: o banho a seco. Produtos em spray ou mousse garantem trazer de volta a sedosidade dos pelos, higienizando-os por completo.
Ao ser incorporado à pelagem, o banho a seco neutraliza maus odores ao mesmo tempo em que retira e previne a formação dos nós. Muitos produtos contam também com propriedades hidratantes que proporcionam maciez. Aplicar é muito fácil: basta espalhar em todo o corpo do animal e em seguida, escovar o pelo para ajudar na dispersão do cosmético sobre a pele.
Segundo Amanda Cologneze, médica veterinária do Laboratório Veterinário Mundo Animal, não há contra indicações para o uso dos produtos. “Pode ser usado uma vez por semana em cães e gatos”, explica a profissional. Para a estudante baiana Aline Mell, o banho sem água facilitou sua vida e também a de sua gatinha, a Melissa. “Utilizo o produto há cerca de três anos e obtive ótimos resultados. Noto que o pelo está mais volumoso e saudável”, conta. Apesar de ser uma mão na roda, Dra. Amanda lembra que o banho a seco não deve ser encarado como um substituto do banho tradicional. “É ideal para ser utilizado no inverno quando a frequência de banhos tradicionais diminui e pode-se alterná-los com o banho a seco, ou também em situações em que o animal não pode tomar banho como, por exemplo, após cirurgias”, finaliza a veterinária
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
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